well i'm not afraid of dying.
any time would do, i don't mind
why should i be afraid of dying?
there's no reason for it
you gotta go sometime
any time would do, i don't mind
why should i be afraid of dying?
there's no reason for it
you gotta go sometime
É engraçado como a tarde corre depressa. Três horas e trinta páginas lidas. Estiou e depois choveu, e agora estiou de novo. Não quero saber que amanhã tem aula, o universo parece ser maior que isso hoje; a asfixia que sentia noite passada se foi, e já chega outra noite, arejada ou não.
Os dedos percorrem pastas procurando por uma música à altura. Em vão.
O abajur ao lado ilumina confortavelmente a caneca suja de leite e chocolate, as folhas em branco permanecem assim. As folhas em branco são a mente, ávidas por preenchimente. Fracassam, porém, tanto folhas quanto mente. O aconchego da cama é atrativo, o ócio acriativo me suga.
Os dedos percorrem pastas procurando por uma música à altura. Em vão.
O abajur ao lado ilumina confortavelmente a caneca suja de leite e chocolate, as folhas em branco permanecem assim. As folhas em branco são a mente, ávidas por preenchimente. Fracassam, porém, tanto folhas quanto mente. O aconchego da cama é atrativo, o ócio acriativo me suga.
O tempo passa.
2 comentários:
uau, isso ficou bom mesmo... :D
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